{"id":621,"date":"2018-06-22T22:14:59","date_gmt":"2018-06-23T01:14:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.prolam.com.br\/?p=621"},"modified":"2020-11-26T22:18:30","modified_gmt":"2020-11-27T01:18:30","slug":"recomendacoes-tecnicas-para-uso-dos-filmes-bopp-e-pet-para-laminacao-e-aplicacoes-complementares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.prolam.com.br\/pt\/recomendacoes-tecnicas-para-uso-dos-filmes-bopp-e-pet-para-laminacao-e-aplicacoes-complementares\/","title":{"rendered":"Recomenda\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas para uso dos Filmes BOPP e PET para lamina\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00f5es complementares"},"content":{"rendered":"<h2>1)LAMINA\u00c7\u00c3O DE PRODUTOS IMPRESSOS COM FILMES PL\u00c1STICOS<\/h2>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o final de um determinado impresso deve sempre ditar a necessidade de lamina\u00e7\u00e3o com filmes pl\u00e1sticos.<\/p>\n<p>Quando o tipo de tinta e a tecnologia de impress\u00e3o n\u00e3o permitem ou protegem a aplica\u00e7\u00e3o final de um impresso, a lamina\u00e7\u00e3o \u00e9 a alternativa para prevenir e expandir a capacidade das v\u00e1rias aplica\u00e7\u00f5es como: umidade, exposi\u00e7\u00e3o UV, exposi\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, condi\u00e7\u00f5es de manuseio e transporte, durabilidade, rigidez, resist\u00eancia qu\u00edmica, custo, est\u00e9tica, etc\u2026<\/p>\n<p>Neste caso \u00e9 fundamental focar no tipo de adesivo. Existem adesivos do tipo termosens\u00edveis (sens\u00edveis \u00e0 temperatura) e do tipo auto-adesivos (sens\u00edveis \u00e0 press\u00e3o \u2013 pressure sensitive adhesives).<\/p>\n<p>Deve-se verificar qual \u00e9 o tipo de adesivo mais indicado para determinado tipo de tinta, tecnologia de impress\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o final. O adesivo deve ser compat\u00edvel com a qu\u00edmica da tinta ou eventuais aplica\u00e7\u00f5es de coating sobre a impress\u00e3o.<\/p>\n<p>A pergunta \u00e9: a que base o adesivo do filme deve aderir? A quest\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o \u00e9 o filme que adere a uma determinada impress\u00e3o e sim a formula\u00e7\u00e3o do adesivo.<\/p>\n<p>Portanto, primeiramente deve-se atentar para a aplica\u00e7\u00e3o que dever\u00e1 ser imposta a um determinado produto final laminado e em seguida deve-se selecionar o filme e o adesivo a serem utilizados para ent\u00e3o determinar a tinta e a tecnologia de impress\u00e3o apropriadas.<\/p>\n<h1><\/h1>\n<h2><span class=\"Apple-style-span\">2)CUIDADOS COM A IMPRESS\u00c3O DE PRODUTOS PARA TERMOLAMINA\u00c7\u00c3O<\/span><\/h2>\n<p>A secagem da tinta \u00e9 um processo complexo e pode determinar o sucesso ou o fracasso do processo de termolamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A secagem das tintas \u00e9 geralmente realizada atrav\u00e9s de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas e em assim sendo, certas condi\u00e7\u00f5es devem ser encontradas para que essas rea\u00e7\u00f5es ocorram. Quando estas condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o violadas o processo de secagem pode ser tornado inativo.<\/p>\n<p>\u00c9 recomend\u00e1vel uma secagem entre 48 e 72 horas antes da termolamina\u00e7\u00e3o. Existem tintas especialmente formuladas para aceitar a lamina\u00e7\u00e3o ou coating. As tintas mais dif\u00edceis de laminar s\u00e3o aquelas com alto teor de cera e as tintas com agentes como silicone que s\u00e3o freq\u00fcentemente encontrados em tintas UV.<\/p>\n<h1><\/h1>\n<h2><span class=\"Apple-style-span\">3)TIPOS E INFLU\u00caNCIAS DOS FILMES PARA TERMOLAMINA\u00c7\u00c3O<\/span><\/h2>\n<p>\u00c9 conhecido que varia\u00e7\u00f5es de brilho e opacidade podem causar varia\u00e7\u00f5es significativas na percep\u00e7\u00e3o das cores na termolamina\u00e7\u00e3o de produtos impressos.<\/p>\n<p>Para entender melhor algumas das altera\u00e7\u00f5es \u00f3pticas que podem ocorrer ap\u00f3s a termolamina\u00e7\u00e3o devemos primeiramente definir alguns termos t\u00e9cnicos usados para descrever estas propriedades.<br \/>\nOs filmes PROLAM\u00ae ALTO BRILHO s\u00e3o caracterizados e definidos pelo alto brilho e baixa rugosidade do filme base, resultantes de uma superf\u00edcie extremamente regular e de m\u00ednima rugosidade.<\/p>\n<p>Tipicamente, quanto mais lisa e regular for a superf\u00edcie de um filme base, maior a capacidade do filme em refletir a luz incidente e prover o alto brilho. Esta reflex\u00e3o da luz (gloss) pode ser medida usando-se um instrumento chamado Glossmeter e atrav\u00e9s de acordo com o m\u00e9todo ASTM 2457.<\/p>\n<p>Os filmes PROLAM\u00ae FOSCO (matte) s\u00e3o caracterizados e definidos pela opacidade do filme base. Esta opacidade \u00e9 uma medida indireta da facilidade com que a luz pode passar atrav\u00e9s do filme sem que a mesma seja difundida por componentes do pr\u00f3prio filme.<\/p>\n<p>Geralmente, quanto menor for a opacidade mais transparente \u00e9 o filme. A opacidade (Haze) pode ser medida atrav\u00e9s de um instrumento chamado hazemeter e de acordo com o m\u00e9todo ASTM D1003.<\/p>\n<p>A cor pode ser definida como \u201ca percep\u00e7\u00e3o da luz que foi modificada por um objeto\u201d.<\/p>\n<p>Infelizmente, a avalia\u00e7\u00e3o da cor \u00e9 subjetiva e vari\u00e1vel de um indiv\u00edduo a outro. As pessoas enxergam a cor diferentemente dependendo: do indiv\u00edduo, das condi\u00e7\u00f5es de fundo, das condi\u00e7\u00f5es de vis\u00e3o, da fonte de luz, etc\u2026<\/p>\n<p>Da mesma forma, o Brilho (Gloss) e a Opacidade (Haze) dos filmes podem alterar a percep\u00e7\u00e3o da cor dependendo da severidade e da consist\u00eancia destes atributos.<br \/>\nA beleza do brilho real\u00e7a as cores mas infelizmente, por outro lado, sob certas condi\u00e7\u00f5es de ilumina\u00e7\u00e3o, o brilho pode tornar a leitura e a vis\u00e3o gr\u00e1fica extremamente dif\u00edceis.<\/p>\n<p>O brilho e transpar\u00eancia dos principais tipos de filmes brilhantes para a termolamina\u00e7\u00e3o como o Polipropileno biorientado (BOPP), o Nylon biorientado (OPA) e o Poli\u00e9ster (PET) variam basicamente em fun\u00e7\u00e3o da rugosidade superficial dos diferentes tipos de filme base uma vez que os processo de fabrica\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito similares.<\/p>\n<p>Diferentemente do que ocorre com o efeito dos filmes brilhantes, a opacidade dos filmes foscos altera a percep\u00e7\u00e3o das cores. Al\u00e9m disto, no caso dos filmes foscos, tamb\u00e9m dependendo do tipo de filme fosco utilizado, existem diferentes potenciais de altera\u00e7\u00e3o da percep\u00e7\u00e3o de cor ap\u00f3s a termolamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Adicionalmente, pode-se constatar que a inconsist\u00eancia da qualidade do acabamento fosco, tanto o brilho quanto a opacidade, de um mesmo filme t\u00eam um efeito significante na percep\u00e7\u00e3o da cor ap\u00f3s a termolamina\u00e7\u00e3o dentro de um mesmo lote de produtos impressos.<\/p>\n<p>Constatou-se que quando o n\u00edvel de brilho (medida da reflex\u00e3o da luz) varia mais do que 2%, a diferen\u00e7a visual da cor pode ser percebida dentro de um mesmo lote de impress\u00e3o ap\u00f3s a termolamina\u00e7\u00e3o com filme fosco, particularmente com as cores verdes, vermelha e preta. Assim sendo, o tipo de filme fosco utilizado pode ter um forte potencial de altera\u00e7\u00e3o visual da cor ap\u00f3s a termolamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Devido \u00e0s diferen\u00e7as nos processos de fabrica\u00e7\u00e3o dos diferentes tipos de filme fosco para a termolamina\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante entender estas diferen\u00e7as para poder associar a altera\u00e7\u00e3o visual de cor com o tipo de filme.<\/p>\n<p>Existem basicamente 3 tipos de filme base para termolamina\u00e7\u00e3o com acabamento fosco: BOPP, OPA e PET. Cada um destes tipos de filme \u00e9 fabricado por um processo diferente e possui diferen\u00e7as de brilho (gloss) e opacidade (haze).<\/p>\n<p>\u2013 O acabamento fosco dos filmes de Nylon (OPA), \u00e9 gerado por um coating especial aplicado em uma segunda fase ap\u00f3s a extrus\u00e3o do filme base. A formula\u00e7\u00e3o, a qualidade, a quantidade e a cura deste coating podem influenciar o grau de acabamento fosco.<br \/>\n\u2013 O acabamento fosco dos filmes de BOPP \u00e9 obtido atrav\u00e9s de aditivos utilizados j\u00e1 no processo de extrus\u00e3o do filme base. Tipicamente estes filmes s\u00e3o produzidos em tr\u00eas camadas onde uma camada externa \u00e9 modificada para se obter o acabamento fosco.<br \/>\n\u2013 Na produ\u00e7\u00e3o do filme de Poli\u00e9ster Fosco, uma resina principal \u00e9 extrudada em uma \u00fanica camada modificada a partir de aditivos. O resultado fosco \u00e9 distribu\u00eddo em toda a massa do filme e n\u00e3o restrito a uma \u00fanica camada externa com um filme de BOPP.<br \/>\nDevido a estas diferen\u00e7as nos processos de fabrica\u00e7\u00e3o destes 3 tipos de filme com acabamento fosco, o brilho e a opacidade finais s\u00e3o diferentes entre os tipos de filme. O impacto destas diferen\u00e7as \u00e9 percebido na diferen\u00e7a de percep\u00e7\u00e3o entre as cores quando comparada o acabamento da termolamina\u00e7\u00e3o de alguns produtos impressos usando-se diferentes tipos de filme fosco.<br \/>\nCom o filme de Nylon fosco, o potencial de altera\u00e7\u00e3o da cor \u00e9 mais significante ap\u00f3s a termolamina\u00e7\u00e3o quando comparado ao BOPP ou PET devido ao menor brilho e maior opacidade. Destes tr\u00eas tipos de filme fosco para a termolamina\u00e7\u00e3o, o filme de Poli\u00e9ster fosco \u00e9 o que tem o menor impacto na cor com o maior brilho e menor medida de opacidade conforme pode ser notado na tabela abaixo:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"2\" cellpadding=\"2\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><big><big>%GLOSS<\/big><\/big><\/td>\n<td><big><big>%HAZE<\/big><\/big><\/td>\n<td><big><big>ALTERA\u00c7\u00c3O DE COR<\/big><\/big><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><big><big><big>PET<\/big><\/big><\/big><\/td>\n<td>50<\/td>\n<td>55<\/td>\n<td>BAIXA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><big><big><big>BOPP<\/big><\/big><\/big><\/td>\n<td>13<\/td>\n<td>75<\/td>\n<td>M\u00c9DIA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><big><big><big>OPA<\/big><\/big><\/big><\/td>\n<td>8<\/td>\n<td>90<\/td>\n<td>ALTA<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span class=\"Apple-style-span\">4)POSS\u00cdVEIS CAUSAS DE FALTA DE ADER\u00caNCIA DE VERNIZES UV EM PRODUTOS LAMINADOS COM FILMES BOPP PROLAM<\/span><\/h2>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">Necessidade de tratamento superficial<\/span><\/h3>\n<p>Em geral, os pl\u00e1sticos possuem uma superf\u00edcie quimicamente inerte e n\u00e3o porosa com baixa tens\u00e3o superficial e conseq\u00fcentemente uma baixa capacidade de ader\u00eancia com outros substratos, tintas, vernizes e adesivos. Polietileno e Polipropileno s\u00e3o os pl\u00e1sticos com a menor energia de superf\u00edcie e os dois materiais mais freq\u00fcentemente sujeitos ao tratamento superficial para melhoria das suas caracter\u00edsticas de ades\u00e3o. No entanto, o tratamento superficial pode ser utilizado para a melhoria da ader\u00eancia de praticamente todos os materiais pl\u00e1sticos bem como materiais n\u00e3o pl\u00e1sticos como papel e alum\u00ednio. O tratamento superficial promove um melhor resultado quando aplicado no processo de produ\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, o tratamento p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o \u00e9 amplamente utilizado para melhorar a ades\u00e3o nos processos de lamina\u00e7\u00e3o, aplica\u00e7\u00e3o de vernizes e tintas, etc\u2026<\/p>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">Tens\u00e3o Superficial<\/span><\/h3>\n<p>A origem da tens\u00e3o superficial em um l\u00edquido \u00e9 a for\u00e7a de atra\u00e7\u00e3o entre as mol\u00e9culas que comp\u00f5e este l\u00edquido. Na aus\u00eancia outras for\u00e7as, esta atra\u00e7\u00e3o entre as mol\u00e9culas torna o l\u00edquido coalescente com forma\u00e7\u00e3o de gotas esf\u00e9ricas. Isso pode ser observado, por exemplo, quando a chuva cai sobre a superf\u00edcie encerada de um carro.<\/p>\n<p>Como regra geral, quanto maior for a propor\u00e7\u00e3o de grupos polares (por exemplo grupos O-H) em uma mol\u00e9cula, maior \u00e9 a for\u00e7a de atra\u00e7\u00e3o entre esses grupos. For\u00e7as de atra\u00e7\u00e3o intensas geram uma alta tens\u00e3o superficial e a tend\u00eancia de formar gotas discretas em uma superf\u00edcie ao inv\u00e9s de banhar essa superf\u00edcie de uma forma uniforme formando um \u00fanico filme de l\u00edquido. A grande propor\u00e7\u00e3o de grupos O-H na \u00e1gua \u00e9 respons\u00e1vel pela sua alta tens\u00e3o superfcial (72 dy\/cm) . Os \u00e1lcoois, com a sua baixa propor\u00e7\u00e3o de grupos O-H possuem uma baixa tens\u00e3o superficial (22 dy\/cm).<\/p>\n<p>Claramente, quanto menor for a tens\u00e3o superficial de um l\u00edquido para cobertura mais f\u00e1cil ser\u00e1 para formar uma camada satisfat\u00f3ria a partir do mesmo.<\/p>\n<p>A tens\u00e3o superficial pode ser entendida como a for\u00e7a que mant\u00e9m um l\u00edquido agrupado. No interior de um volume de l\u00edquido, cada mol\u00e9cula \u00e9 cercada por todos os lados por outras mol\u00e9culas; as for\u00e7as entre essas mol\u00e9culas se igualam e a massa inteira se equilibra. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 diferente na superf\u00edcie de um l\u00edquido. Na interface entre o l\u00edquido e o ar por exemplo, as mol\u00e9culas da superf\u00edcie s\u00e3o atra\u00eddas pelo l\u00edquido ao seu redor mas n\u00e3o pelo parte em contato com o ar. As for\u00e7as est\u00e3o portanto em desequil\u00edbrio e conseq\u00fcentemente o l\u00edquido se comporta como se tivesse uma pele esticada.<\/p>\n<p>A tens\u00e3o superficial pode portanto ser quantificada em termos de for\u00e7as em a\u00e7\u00e3o por unidade de comprimento na interface entre o l\u00edquido e o ar. As unidades s\u00e3o definidas como dynas por cent\u00edmetro ou newtons por metro (1 dy\/cm = 0,001 N\/m).<\/p>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">Energia de Superf\u00edcie<\/span><\/h3>\n<p>Como pode uma superf\u00edcie possuir energia? A primeira vista essa n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o razo\u00e1vel. Energia \u00e9 definida como a capacidade de realizar trabalho e se usarmos o exemplo da superf\u00edcie de madeira de uma mesa fica dif\u00edcil evidenciar um v\u00ednculo co qualquer forma de trabalho.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o se torna um pouco mais clara quando aplicamos um spray de got\u00edculas \u00e1gua sobre a superf\u00edcie de madeira de uma mesa, onde apenas em uma parte desta superf\u00edcie seja aplicada uma cera. As got\u00edculas que se depositam nas partes enceradas formar\u00e3o discretas gotas de formato quase esf\u00e9rico. Isso \u00e9 devido \u00e0 tens\u00e3o superficial da \u00e1gua (conforme acima).<\/p>\n<p>As got\u00edculas de \u00e1gua que se depositam na superf\u00edcie sem cera comportam-se de uma maneira diferente. Estas n\u00e3o tendem a formar got\u00edculas e sim, espalharem-se formando uma camada (filme) fina. Em outras palavras as for\u00e7as de tens\u00e3o superficial que mant\u00e9m as got\u00edculas agrupadas foram superadas. \u00c9 necess\u00e1ria uma energia para superar as for\u00e7as de tens\u00e3o superficial e essa energia deve vir de alguma parte. Na realidade essa energia vem da superf\u00edcie da mesa e mais especificamente das for\u00e7as que mant\u00e9m agrupadas as mol\u00e9culas do material da superf\u00edcie da mesa.<\/p>\n<p>Um tampo de mesa onde foi aplicada uma cera com base em hidrocarbono ter\u00e1 uma superf\u00edcie rica em hidrocarbonos. As for\u00e7as que mant\u00e9m os hidrocarbonos agrupados s\u00e3o mais baixas do que as for\u00e7as que atuam entre as mol\u00e9culas de \u00e1gua e conseq\u00fcentemente a \u00e1gua em uma superf\u00edcie de hidrocarbonos se mant\u00e9m na forma de got\u00edculas.<\/p>\n<p>Uma superf\u00edcie sem aplica\u00e7\u00e3o de cera ter\u00e1 na sua superf\u00edcie uma mistura complexa de mol\u00e9culas de carbono, hidrog\u00eanio e oxig\u00eanio e (diferentemente de hidrocabonos) ter\u00e1 uma propor\u00e7\u00e3o significativa de grupos polares (O-H por exemplo) presentes. As for\u00e7as de atra\u00e7\u00e3o entre mol\u00e9culas polares s\u00e3o maiores do que aquelas entre mol\u00e9culas n\u00e3o polares como hidrocarbonos e neste exemplo tem suficiente for\u00e7a para superar a for\u00e7a da tens\u00e3o superficial da \u00e1gua causando o rompimento das got\u00edculas e a forma\u00e7\u00e3o do filme de \u00e1gua.<\/p>\n<p>\u00c9 comum na ind\u00fastria de coatings referir-se a superf\u00edcies de baixa energia e de alta energia. Polietilenos e Polipropilenos s\u00e3o exemplos de superf\u00edcies de baixa energia. As for\u00e7as entre as mol\u00e9culas de hidrocarbono que formam esses pol\u00edmeros s\u00e3o baixas e conseq\u00fcentemente l\u00edquidos polares tendem a formar got\u00edculas na sua superf\u00edcie ao inv\u00e9s de espalharem-se.<\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil cobrir superf\u00edcies de baixa energia mas felizmente existem diversas maneiras de converter superf\u00edcies de baixa energia em superf\u00edcies de alta energia. A metodologia consiste em formar esp\u00e9cies contendo oxig\u00eanio na superf\u00edcie e esta oxida\u00e7\u00e3o pode ser obtida de v\u00e1rias formas como a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o ultra-violeta, descargas de plasma ou de corona ou ainda por tratamento a chama ou \u00e1cidos.<\/p>\n<p>A energia de superf\u00edcie \u00e9 quantificada em termos e for\u00e7as agindo em unidade de comprimento na interface de s\u00f3lido-ar ou de s\u00f3lido-l\u00edquido. As unidades de medida s\u00e3o exatamente as mesmas da tens\u00e3o superficial.<\/p>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">\u00c2ngulo de Contato<\/span><\/h3>\n<p>As defini\u00e7\u00f5es de tens\u00e3o superficial e energia de superf\u00edcie envolveram considera\u00e7\u00f5es sobre o comportamento de l\u00edquidos em contato com s\u00f3lidos e a forma\u00e7\u00e3o de got\u00edculas ou filmes finos. Uma forma conveniente de quantificar este comportamento \u00e9 medir o \u00e2ngulo formado pelas nterfaces l\u00edquido-s\u00f3lido e l\u00edquido-l\u00edquido:-<\/p>\n<p>Se for maior do que 90\u00b0 o l\u00edquido tende a formar got\u00edculas na superf\u00edcie. Se for menor do que 90\u00b0 o l\u00edquido tende a espalhar-se na superf\u00edcie, e quando o l\u00edquido forma um filme fino (camada fina) o \u00e2ngulo tende a zero.<\/p>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">Ades\u00e3o<\/span><\/h3>\n<p>Existem diversos m\u00e9todos de quantificar a ades\u00e3o de uma cobertura (coating) a um substrato. Embora nenhum destes m\u00e9todos de testes necessite uma compreens\u00e3o fundamental do mecanismo de ades\u00e3o, \u00e9 apropriado mencionar o porque de a tens\u00e3o superficial, a energia de superf\u00edcie e a ades\u00e3o estarem todos relacionados.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a num\u00e9rica entre a tens\u00e3o superficial de uma cobertura e a energia de superf\u00edcie de um substrato tem um profundo efeito na maneira na qual o l\u00edquido de cobertura se dispersa sobre o substrato e na for\u00e7a de ader\u00eancia (ancoragem) entre o substrato a camada seca.<\/p>\n<p>Se a tens\u00e3o superficial de uma cobertura (coating) for maior do que a energia de superf\u00edcie do substrato, a cobertura n\u00e3o se espalhar\u00e1 formando uma camada (filme). \u00c0 medida que aumentamos a energia de superf\u00edcie de um substrato, poderemos atingir um est\u00e1gio onde o coating se espalhar\u00e1 formando um filme por\u00e9m, quando seco, poder\u00e1 ter ainda baixa ades\u00e3o. Aumentos graduais na energia de superf\u00edcie do substrato dever\u00e3o resultar em maior facilidade de forma\u00e7\u00e3o da camada e melhor ades\u00e3o do file seco.<\/p>\n<p>\u00c9 importante enfatizar que energia de superf\u00edcie \u00e9 apenas um aspecto que governa o complexo fen\u00f4meno que nos referimos como ades\u00e3o. Testes de ader\u00eancia envolvem a aplica\u00e7\u00e3o de for\u00e7a para remover o coating do substrato. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 medir a for\u00e7a necess\u00e1ria para superar as for\u00e7as de ades\u00e3o entre o coating e o substrato. Na pr\u00e1tica, tanto a for\u00e7a de coes\u00e3o de um coating quanto a do substrato possuem um efeito sobre a facilidade ou dificuldade de remover o coating do substrato.<\/p>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">Medida da Energia de Superf\u00edcie<\/span><\/h3>\n<p>O objetivo do tratamento da superf\u00edcie \u00e9 o aumento da \u201cbanhabilidade\u201d (wettability) da superf\u00edcie, desta forma melhorando a capacidade de ades\u00e3o a solventes, adesivos, coatings, vernizes, etc\u2026.Para que uma superf\u00edcie seja adequadamente banhada por um l\u00edquido, a energia de superf\u00edcie do pl\u00e1stico deve ser superior \u00e0 energia de superf\u00edcie do l\u00edquido. A energia de superf\u00edcie \u00e9 medida em dynas\/cm. O ideal \u00e9 que a energia de superf\u00edcie do pl\u00e1stico seja de 7 a 10 dynas\/cm superior do que a tens\u00e3o superficial do solvente ou do l\u00edquido a ser aplicado. Por exemplo, um verniz com tens\u00e3o superficial de 30 dynas\/cm n\u00e3o banharia adequadamente, ou seja, n\u00e3o teria uma ader\u00eancia adequada a um material com energia de superf\u00edcie menor do que 37 a 40 dynas\/cm. O m\u00e9todo para medi\u00e7\u00e3o da energia de superf\u00edcie \u00e9 conhecido como Wetting Tension Test (ASTM D- 2578) (ou Teste de Medida de Banhabilidade \u2013 ASTM D- 2578). Testes de energia de superf\u00edcie s\u00e3o frequentemente realizados em superf\u00edcies tratadas p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o antes de seguirem para processos de convers\u00e3o. Nestes testes, uma s\u00e9rie de misturas de l\u00edquidos com graduais tens\u00f5es superficiais s\u00e3o aplicados na superf\u00edcie de um substrato tratado at\u00e9 que uma destas misturas banhe adequadamente a superf\u00edcie.<\/p>\n<p>A energia de superf\u00edcie do pl\u00e1stico \u00e9 aproximadamente igual \u00e0 tens\u00e3o superficial daquela mistura espec\u00edfica que banhou adequadamente a superf\u00edcie. Solu\u00e7\u00f5es preparadas destas misturas est\u00e3o dispon\u00edveis em v\u00e1rios fornecedores de equipamentos de Tratamento Corona. Tratam-se de solu\u00e7\u00f5es de Formamida e Cellosolve\u00ae (produto registrado da Union Carbide para Etileno Glicol Monoetileter). O teste de banhabilidade \u00e9 o mais amplamente utilizado para a medi\u00e7\u00e3o e determina\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de tratamento de superf\u00edcies p\u00f3s-tratadas.<\/p>\n<h2><span class=\"Apple-style-span\">5)O que \u00e9 o Tratamento Corona?<\/span><\/h2>\n<p>Um sistema de Tratamento Corona \u00e9 projetado para incrementar a energia de superf\u00edcie de filmes pl\u00e1sticos, folhas de alum\u00ednio ou pap\u00e9is a fim de permitir um ganho na banhabilidade e ades\u00e3o de tintas, vernizes e adesivos.<\/p>\n<p>Como resultado, o material tratado apresentar\u00e1 uma melhoria na qualidade de coating ou impressa e uma maior for\u00e7a de lamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O sistema consiste em dois componentes principais:<\/p>\n<p>1. A Fonte de Energia e<br \/>\n2. A Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento.<br \/>\nA fonte de energia converte energia el\u00e9trica (50\/60 Hz) em energia em alta freq\u00fc\u00eancia (nominalmente 10 a 30 KHz) que \u00e9 fornecida \u00e0 esta\u00e7\u00e3o de tratamento.<br \/>\nA esta\u00e7\u00e3o de tratamento aplica esta energia \u00e0 superf\u00edcie do material, atrav\u00e9s de uma dist\u00e2ncia no ar (air gap), via um conjunto de eletrodos, sendo um a alto potencial e o outro, geralmente um cilindro o qual suporta o material, devidamente aterrado. Apenas a face do material voltada para o eletrodo de alto potencial deve apresentar um incremento na tens\u00e3o superficial.<\/p>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">M\u00e9todo deTeste ASTM D 2578:\u00a0<\/span><span class=\"Apple-style-span\">Dyne Solution Test Method<\/span><\/h3>\n<p>Este m\u00e9todo, embora bastante procedimentado na determina\u00e7\u00e3o da energia de superf\u00edcie, apresenta diversos problemas em termos de confiabilidade e consist\u00eancia de resultados. Esses problemas devem ser tratados da seguinte maneira:<\/p>\n<p>1. Cuidados devem ser tomados para limitar a evapora\u00e7\u00e3o das solu\u00e7\u00f5es. A evapora\u00e7\u00e3o altera as concentra\u00e7\u00f5es dos componentes e portanto altera o valor do n\u00edvel de tratamento.<br \/>\n2. Considerando a utiliza\u00e7\u00e3o de cotonetes de algod\u00e3o como objeto de aplica\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o, sabe-se que estes tem diferentes efeitos na indica\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de tratamento devido ao fato que os fabricantes de cotonetes de algod\u00e3o usam diferentes produtos para prender o algod\u00e3o na ponta do bast\u00e3o.<br \/>\n3. A utiliza\u00e7\u00e3o de um mesmo cotonete de algod\u00e3o em diferentes solu\u00e7\u00f5es contamina tanto o resultado do teste quanto o frasco da solu\u00e7\u00e3o.<br \/>\n4. Embora as misturas de Etil Cellosolve\u00ae e Formamida usadas sejam relativamente est\u00e1veis, a exposi\u00e7\u00e3o ao calor e a umidade excessivos devem ser evitadas.<br \/>\n5. Os inspetores respons\u00e1veis pela aplica\u00e7\u00e3o do teste atrav\u00e9s de cotonetes de algod\u00e3o tem a tend\u00eancia de variar a quantidade de l\u00edquido molhado na ponta do cotonete, alterando desta forma o resultado do teste. Igualmente, a maneira de aplicar o cotonete molhado sobre a superf\u00edcie do substrato tratado, varia de pessoa para pessoa. A for\u00e7a de aplica\u00e7\u00e3o do cotonete na superf\u00edcie tamb\u00e9m tende a produzir resultados errados de tratamento. \u00c9 importante manter a aplica\u00e7\u00e3o de uma camada uniforme de solu\u00e7\u00e3o de teste para obter um resultado uniforme dos testes.<\/p>\n<p>V\u00e1rios outros m\u00e9todos tem seu uso bastante limitado, entre eles um dos mais precisos quando adequadamente realizado \u00e9 o da medi\u00e7\u00e3o do \u00e2ngulo de contato.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1)LAMINA\u00c7\u00c3O DE PRODUTOS IMPRESSOS COM FILMES PL\u00c1STICOS A aplica\u00e7\u00e3o final de um determinado impresso deve sempre ditar a necessidade de lamina\u00e7\u00e3o com filmes pl\u00e1sticos. 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